
- Espero-te há muito. Onde estiveste?!
- A passear, a respirar outros ares. Por vezes preciso de me alienar. Tu entendes, és igual.
- Podias ter avisado. Acabei de ler o livro que me ofereceste nos anos. Queria tanto contar-te o final!
Sentada no sofá da sala, esperava-o há duas horas. Controlava-me para não ser agressiva nas perguntas mas a perna direita denunciava o meu nervosismo. Tremia freneticamente.
- Acalma-te, querida. Só fui respirar.
- Prometeste que íamos jantar fora.
- Compenso-te. Compenso-te sempre.
- Que vais fazer? Oferecer-me um vestido da Lanidor ou um par de brincos?
- Vou foder-te.
Deixei-me estar sentada. Desde que entrara, Miguel não tirava os olhos das minhas pernas despidas e do meu peito que arfava de nervosismo e alguma irritação debaixo de uma blusa minúscula e apertada. Sabia que estava excitado. Conheço-o demasiado bem. Quando está com tesão, denuncia-se, coçando a cabeça.
- Vais foder-me ...
Comecei a provocá-lo. Enquanto Miguel me olhava, eu mexia no cabelo, enrolando-o e abria as pernas devagar deitando-me cada vez mais à beira do sofá. Deixei-me estar quieta enquanto ele se despia à minha frente devagar. Ajoelhou-se e tirou-me as cuecas, afastando-me ainda mais as pernas. Meteu dois dedos em mim enquanto me olhava.
- Gostas.. sei que gostas. Estás molhada.
-Estou sempre molhada. Lambe-me.
A sua língua explorava-me todos os centímetros. Se há coisa em que Miguel é bom, é a fazer minetes e arroz de caril. Quando me senti a vir, fechei as pernas de repente e afastei-lhe a cabeça à bruta.
- Não me quero vir já. Deixa prolongar...
- Conta-me do livro.
Enquanto ia relatando capítulo a capítulo, ele continuava com os dois dedos dentro de mim e com a outra mão, apertava-me o pescoço com força, fazendo com que a minha voz se soltasse rouca e pausada embalada com o entra-e-sai dos seus dedos no meu sexo.
Levantei-me do sofá e coloquei-me de joelhos à sua frente e apreciei o belo homem que divide comigo copos, talheres, pasta de dentes e banheira. Alto, bem definido e quente. Cheiro doce entre-pernas, boca apetitosa e suave. Comecei por beijar-lhe as virilhas, ao mesmo tempo que tacteava os contornos do seu rabo e costas. Sentia-o a gemer de prazer, soltando a cabeça para trás enquanto me puxava os cabelos. Suavemente passei a língua no seu sexo duro e ansioso. Depois, soltei os lábios e meti-o na boca até ao fundo ao mesmo tempo que o rodeava com a mão apertada e humedecida com a minha própria saliva.
- Agora chupa. Chupa-me todo.
Quando Miguel diz esta frase, é porque sente que em breves segundos pode explodir na minha boca.
- Não! Não disseste que me foderias? Então...?
A provocação teve efeito. Montou-me de cócoras como um cavalo monta uma égua no cio. Meteu-se em mim com brutalidade e quase me espancava com aquelas pancadas que alguns apelidam como "pancadas de amor". O meu rabo, o rabo que ele tanto gosta, apertava-o com força enquanto me fodia sem dó nem piedade. Soltei longos gemidos e apertei-lhe o sexo com meu, fazendo rápidas contracções que o sufocavam e libertavam.
- Estou-me a vir. Estou-me a vir.
E veio-se. Nas minhas costas. Deixando-me um mar de sémen que me escorria pelas pernas e pés. Sentou-se ao meu lado a sorrir perguntando-me:
- Tens fome? Vamos jantar?
- Só se for arroz de caril...
- A passear, a respirar outros ares. Por vezes preciso de me alienar. Tu entendes, és igual.
- Podias ter avisado. Acabei de ler o livro que me ofereceste nos anos. Queria tanto contar-te o final!
Sentada no sofá da sala, esperava-o há duas horas. Controlava-me para não ser agressiva nas perguntas mas a perna direita denunciava o meu nervosismo. Tremia freneticamente.
- Acalma-te, querida. Só fui respirar.
- Prometeste que íamos jantar fora.
- Compenso-te. Compenso-te sempre.
- Que vais fazer? Oferecer-me um vestido da Lanidor ou um par de brincos?
- Vou foder-te.
Deixei-me estar sentada. Desde que entrara, Miguel não tirava os olhos das minhas pernas despidas e do meu peito que arfava de nervosismo e alguma irritação debaixo de uma blusa minúscula e apertada. Sabia que estava excitado. Conheço-o demasiado bem. Quando está com tesão, denuncia-se, coçando a cabeça.
- Vais foder-me ...
Comecei a provocá-lo. Enquanto Miguel me olhava, eu mexia no cabelo, enrolando-o e abria as pernas devagar deitando-me cada vez mais à beira do sofá. Deixei-me estar quieta enquanto ele se despia à minha frente devagar. Ajoelhou-se e tirou-me as cuecas, afastando-me ainda mais as pernas. Meteu dois dedos em mim enquanto me olhava.
- Gostas.. sei que gostas. Estás molhada.
-Estou sempre molhada. Lambe-me.
A sua língua explorava-me todos os centímetros. Se há coisa em que Miguel é bom, é a fazer minetes e arroz de caril. Quando me senti a vir, fechei as pernas de repente e afastei-lhe a cabeça à bruta.
- Não me quero vir já. Deixa prolongar...
- Conta-me do livro.
Enquanto ia relatando capítulo a capítulo, ele continuava com os dois dedos dentro de mim e com a outra mão, apertava-me o pescoço com força, fazendo com que a minha voz se soltasse rouca e pausada embalada com o entra-e-sai dos seus dedos no meu sexo.
Levantei-me do sofá e coloquei-me de joelhos à sua frente e apreciei o belo homem que divide comigo copos, talheres, pasta de dentes e banheira. Alto, bem definido e quente. Cheiro doce entre-pernas, boca apetitosa e suave. Comecei por beijar-lhe as virilhas, ao mesmo tempo que tacteava os contornos do seu rabo e costas. Sentia-o a gemer de prazer, soltando a cabeça para trás enquanto me puxava os cabelos. Suavemente passei a língua no seu sexo duro e ansioso. Depois, soltei os lábios e meti-o na boca até ao fundo ao mesmo tempo que o rodeava com a mão apertada e humedecida com a minha própria saliva.
- Agora chupa. Chupa-me todo.
Quando Miguel diz esta frase, é porque sente que em breves segundos pode explodir na minha boca.
- Não! Não disseste que me foderias? Então...?
A provocação teve efeito. Montou-me de cócoras como um cavalo monta uma égua no cio. Meteu-se em mim com brutalidade e quase me espancava com aquelas pancadas que alguns apelidam como "pancadas de amor". O meu rabo, o rabo que ele tanto gosta, apertava-o com força enquanto me fodia sem dó nem piedade. Soltei longos gemidos e apertei-lhe o sexo com meu, fazendo rápidas contracções que o sufocavam e libertavam.
- Estou-me a vir. Estou-me a vir.
E veio-se. Nas minhas costas. Deixando-me um mar de sémen que me escorria pelas pernas e pés. Sentou-se ao meu lado a sorrir perguntando-me:
- Tens fome? Vamos jantar?
- Só se for arroz de caril...

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