
Uma das melhores experiências sexuais da minha vida aconteceu há seis anos e foi com uma mulher. Estava de férias em Porto Côvo com amigos e numa das noites quentes da costa vicentina, escapámos para a única discoteca presente na vila, da qual não me recordo do nome, mas asseguro que me lembro de tudo o que sucedeu nas horas que cruzaram essa noite.
Por volta das três da manhã e com a toillete indicada, leia-se provocante, claro, entrei nesse espaço e logo de imediato fui envolvida por uma música que num ápice acordou-me a libido. Curiosamente, reparei que na discoteca as mulheres estavam em maior número e os meus amigos ávidos de sexo e de álcool, deram início à perseguição começando por atacar as presas perto do balcão.
Comecei por juntar-me às dezenas de pessoas que se agitavam na pista e cerrei os olhos deixando a cadência musical embalar-me os pensamentos e o corpo, até que senti no meu pescoço, um arfar descontrolado e uma boca que docemente tocava a minha pele. Confesso que gozei a sensação e deixei-me estar de costas, pensando que um dos meus amigos estivesse bebido e tudo não passaria de uma pândega entre amigos que se divertem com amigos. Deixei-me estar quieta alguns instantes até que o simples calafrio deu lugar a um forte êxtase entre as minhas pernas. Voltei-me e deparei-me com uma linda mulher que instantaneamente quis saber o meu nome.
- Primeiro dizes-me o teu.
- Chamo-me Adelaide.
- Porra! Isso é nome de mulher que apalpa outra mulher?
- E tu, como te chamas?
- Paulina Bonaparte.
- Mas esse não era o nome de uma das irmãs do Napoleão Bonaparte?!
Tinha-me saído a sorte grande! Além de estar determinada naquela noite a trocar cuspo com alguém do mesmo sexo, deparei-me com uma que sabia História! Para além de excessivamente bonita também tinha inteligência. Como poderia eu deixar desaparecer tal achado? Respondi-lhe:
- Sim, é. Achas estranho?
- Muito. O Paulina ainda é razoável mas o apelido tem uma enorme carga histórica.
-Olha Adelaide, passaste os lábios pelo meu pescoço com o objectivo de nos fodermos ou de discutirmos História?
A minha característica frontalidade e desumanidade deram azo a um largo sorriso de Adelaide que de imediato se aproximou de mim e colocou-me os dedos dentro da saia indo ao encontro do “ponto” principal da questão. Aproveito para desabafar e admitir que nunca um homem lá tinha ido com tanta pontaria. Adiante… A rapariga que deveria ter a mesma idade que eu, tinha uns cabelos louros e longos, e olhos verdes profundos que me enfeitiçaram. Disse-me ela:
- Paulina se quiseres, tenho uma casa em Milfontes.
- Milfontes? Nem pensar. Se quiseres, comemo-nos mesmo aqui.
- Na discoteca?
- Claro. Porque não?
Acabara de retorquir e já a levava pela mão como uma criança, direitinha para a casa de banho. Enfiámo-nos numa das divisórias e Adelaide subiu-me a saia até à cintura e tirou-me a blusa que cobria (pouco) o meu peito. Despi-lhe o vestido e estivemos muito tempo a tocar uma na outra. Os seus dedos eram estreitos e delicados e tocavam-me quase com meiguice enquanto as nossas línguas passeavam-se entusiásticas e alcoolizadas uma na outra. Ajoelhei-me a seus pés e baixei-lhe as cuecas e num ápice, rodopiei a minha língua naquela porção de pele avermelhada, quente e húmida ao mesmo tempo que lhe tocava nas mamas com alguma agressividade. Adelaide gemia e tocava-me nos cabelos enquanto eu comia a sua vulva aumentada e suave.
- Agora sou eu.
- Sim …
Adelaide comeu-me sôfrega e saciou-me. Enquanto me lambia e enfiava os seus dedos pela minha vagina, os meus braços seguravam os rolos de papel higiénico que estavam pousados na bancada. O meu orgasmo foi de tal maneira prolongado e agressivo que quase afastei a sua língua da minha pele com violência. Depois de ter experimentado pela primeira vez o sabor de uma mulher, fiquei com a certeza de que nós, as que fomos retiradas da costela de Adão, sabemos a céu.
Vim-me e poderia ter saído daquele cubículo satisfeita, ter batido com a porta e deixado Adelaide naquela malfadada sensação pré - orgásmica que nos deixa, a nós mulheres, seios e ventre inchados sem de lá ter saído qualquer tipo de gemido e de espasmo orgásmico. Peguei-lhe nas pernas e comi-lhe o sexo devagar e com paixão. Dediquei-me a Adelaide como todos os homens se dedicaram a comer-me a vagina. Veio-se contorcendo-se e finalizámos o seu prazer num demorado beijo de língua. Disse-me Adelaide:
- Gostaste Paulina Bonaparte?
- Sim. Foi bom. Deu para entender porque é que nós, as mulheres, vamos sempre aos pares para a casa de banho.
Por volta das três da manhã e com a toillete indicada, leia-se provocante, claro, entrei nesse espaço e logo de imediato fui envolvida por uma música que num ápice acordou-me a libido. Curiosamente, reparei que na discoteca as mulheres estavam em maior número e os meus amigos ávidos de sexo e de álcool, deram início à perseguição começando por atacar as presas perto do balcão.
Comecei por juntar-me às dezenas de pessoas que se agitavam na pista e cerrei os olhos deixando a cadência musical embalar-me os pensamentos e o corpo, até que senti no meu pescoço, um arfar descontrolado e uma boca que docemente tocava a minha pele. Confesso que gozei a sensação e deixei-me estar de costas, pensando que um dos meus amigos estivesse bebido e tudo não passaria de uma pândega entre amigos que se divertem com amigos. Deixei-me estar quieta alguns instantes até que o simples calafrio deu lugar a um forte êxtase entre as minhas pernas. Voltei-me e deparei-me com uma linda mulher que instantaneamente quis saber o meu nome.
- Primeiro dizes-me o teu.
- Chamo-me Adelaide.
- Porra! Isso é nome de mulher que apalpa outra mulher?
- E tu, como te chamas?
- Paulina Bonaparte.
- Mas esse não era o nome de uma das irmãs do Napoleão Bonaparte?!
Tinha-me saído a sorte grande! Além de estar determinada naquela noite a trocar cuspo com alguém do mesmo sexo, deparei-me com uma que sabia História! Para além de excessivamente bonita também tinha inteligência. Como poderia eu deixar desaparecer tal achado? Respondi-lhe:
- Sim, é. Achas estranho?
- Muito. O Paulina ainda é razoável mas o apelido tem uma enorme carga histórica.
-Olha Adelaide, passaste os lábios pelo meu pescoço com o objectivo de nos fodermos ou de discutirmos História?
A minha característica frontalidade e desumanidade deram azo a um largo sorriso de Adelaide que de imediato se aproximou de mim e colocou-me os dedos dentro da saia indo ao encontro do “ponto” principal da questão. Aproveito para desabafar e admitir que nunca um homem lá tinha ido com tanta pontaria. Adiante… A rapariga que deveria ter a mesma idade que eu, tinha uns cabelos louros e longos, e olhos verdes profundos que me enfeitiçaram. Disse-me ela:
- Paulina se quiseres, tenho uma casa em Milfontes.
- Milfontes? Nem pensar. Se quiseres, comemo-nos mesmo aqui.
- Na discoteca?
- Claro. Porque não?
Acabara de retorquir e já a levava pela mão como uma criança, direitinha para a casa de banho. Enfiámo-nos numa das divisórias e Adelaide subiu-me a saia até à cintura e tirou-me a blusa que cobria (pouco) o meu peito. Despi-lhe o vestido e estivemos muito tempo a tocar uma na outra. Os seus dedos eram estreitos e delicados e tocavam-me quase com meiguice enquanto as nossas línguas passeavam-se entusiásticas e alcoolizadas uma na outra. Ajoelhei-me a seus pés e baixei-lhe as cuecas e num ápice, rodopiei a minha língua naquela porção de pele avermelhada, quente e húmida ao mesmo tempo que lhe tocava nas mamas com alguma agressividade. Adelaide gemia e tocava-me nos cabelos enquanto eu comia a sua vulva aumentada e suave.
- Agora sou eu.
- Sim …
Adelaide comeu-me sôfrega e saciou-me. Enquanto me lambia e enfiava os seus dedos pela minha vagina, os meus braços seguravam os rolos de papel higiénico que estavam pousados na bancada. O meu orgasmo foi de tal maneira prolongado e agressivo que quase afastei a sua língua da minha pele com violência. Depois de ter experimentado pela primeira vez o sabor de uma mulher, fiquei com a certeza de que nós, as que fomos retiradas da costela de Adão, sabemos a céu.
Vim-me e poderia ter saído daquele cubículo satisfeita, ter batido com a porta e deixado Adelaide naquela malfadada sensação pré - orgásmica que nos deixa, a nós mulheres, seios e ventre inchados sem de lá ter saído qualquer tipo de gemido e de espasmo orgásmico. Peguei-lhe nas pernas e comi-lhe o sexo devagar e com paixão. Dediquei-me a Adelaide como todos os homens se dedicaram a comer-me a vagina. Veio-se contorcendo-se e finalizámos o seu prazer num demorado beijo de língua. Disse-me Adelaide:
- Gostaste Paulina Bonaparte?
- Sim. Foi bom. Deu para entender porque é que nós, as mulheres, vamos sempre aos pares para a casa de banho.

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